A obesidade é uma condição crônica de saúde que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, a qual se caracteriza pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, e o grau 1 (CID E66) é uma das suas classificações.
Neste artigo, vamos explicar o que é a obesidade grau 1, como ela é diagnosticada, os riscos associados e as formas de tratamento. Além disso, abordaremos a importância de buscar ajuda médica e adotar hábitos saudáveis para controlar essa condição. Vamos lá!
No geral, obesidade é uma condição classificada em diferentes graus com base no Índice de Massa Corporal (IMC), uma medida que relaciona o peso e a altura de uma pessoa. Sendo assim, o grau 1 é caracterizado por um IMC entre 30 e 34,9.
Isso significa que a pessoa está acima do peso considerado saudável para sua altura, mas ainda não atingiu os níveis mais graves de obesidade (grau 2 e grau 3, ou obesidade mórbida). Veja, a seguir, um exemplo de cálculo:
Se uma pessoa pesa 90 kg e tem 1,70 m de altura, o cálculo do IMC seria:
A obesidade grau 1 em crianças e adultos pode ser causada por uma combinação de fatores. Em adultos, uma das principais causas é a má alimentação, com o consumo excessivo de alimentos calóricos, ricos em açúcar e gordura, como fast food e refrigerantes.
O sedentarismo, comum em quem passa longos períodos sentado, também contribui para o acúmulo de gordura corporal. Além disso, fatores genéticos e hormonais, como hipotireoidismo ou resistência à insulina, podem influenciar o ganho de peso.
Em crianças, a má alimentação também é um fator de destaque, especialmente com o consumo de alimentos ultraprocessados, como salgadinhos e doces. O sedentarismo, aliado ao excesso de tempo em frente a telas, como TV e videogames, é outra causa importante.
Outros fatores comuns a adultos e crianças incluem o ambiente com fácil acesso a alimentos calóricos e poucas oportunidades para atividades físicas. A falta de educação alimentar também é um problema, já que muitas pessoas não têm conhecimento sobre alimentação saudável e os benefícios da atividade física.
A obesidade grau 1 pode não apresentar sintomas imediatos, mas traz alguns sinais. Fisicamente, o aumento de peso é o principal sinal, acompanhado de cansaço, fadiga e dificuldade para respirar. A sudorese excessiva e dores articulares também são comuns, assim como problemas de sono, como ronco e apneia.
Além dos sintomas físicos, o grau 1 pode afetar a saúde emocional, pois muitas pessoas enfrentam baixa autoestima, ansiedade e depressão devido à insatisfação com a imagem corporal e ao estigma social.
A condição em seu estágio inicial também aumenta o risco de complicações de saúde, como hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e colesterol alto. Sintomas como dores de cabeça, sede excessiva, visão turva e cansaço podem indicar o seu desenvolvimento.
Além disso, problemas digestivos, como refluxo e azia, e infecções de pele em dobras corporais também são comuns em pessoas com obesidade em variados graus. Então, se você perceber esses sintomas, é importante buscar ajuda médica.
O tratamento da obesidade grau 1 envolve uma abordagem focada em mudanças de hábito, acompanhamento médico e, em alguns casos, o uso de medicamentos. O objetivo é promover a perda de peso de forma saudável e sustentável, reduzindo os riscos associados, como doenças cardiovasculares, diabetes e problemas articulares.
A base do tratamento da obesidade grau 1 é uma dieta equilibrada e saudável. Isso inclui reduzir o consumo de calorias e priorizar alimentos nutritivos, como frutas, verduras, legumes, grãos integrais e proteínas magras.
A prática de exercícios físicos também é essencial para queimar calorias, melhorar o metabolismo e fortalecer o corpo. Desse modo, recomenda-se atividades aeróbicas, como caminhada, corrida, natação ou ciclismo, combinadas com treinos de força, como musculação, para aumentar a massa muscular e acelerar o metabolismo.
Além disso, a terapia pode ajudar a identificar gatilhos emocionais que levam ao consumo excessivo de comida, além de trabalhar a autoestima e a motivação para mudanças. Grupos de apoio também podem ser uma opção para compartilhar experiências.
Em alguns casos, quando mudanças no estilo de vida não são suficientes, um especialista pode indicar o uso de medicamentos para auxiliar no controle do peso, os quais devem ser usados apenas sob supervisão médica. Alguns exemplos incluem:
O tratamento exige monitoramento constante para avaliar a evolução do paciente. Isso inclui check-ups para verificar peso, pressão arterial, glicemia e colesterol. O médico também pode identificar possíveis complicações e indicar ajustes nos medicamentos.
A obesidade grau 1 é uma classificação baseada no Índice de Massa Corporal (IMC), que varia entre 30 e 34,9. Isso indica que a pessoa está acima do peso saudável para sua altura, mas ainda não atingiu os níveis mais graves da doença.
O peso correspondente à obesidade grau 1 varia conforme a altura. Por exemplo, uma pessoa com 1,70 m de altura é considerada obesa grau 1 se pesar entre 87 kg e 101 kg. O cálculo do IMC é feito dividindo o peso (em quilos) pela altura ao quadrado (em metros). Um IMC entre 30 e 34,9 indica obesidade grau 1.
Se você está com obesidade grau 1, o primeiro passo é buscar ajuda médica para uma avaliação completa. O tratamento geralmente inclui mudanças na alimentação, prática regular de exercícios físicos e, em alguns casos, o uso de medicamentos prescritos pelo profissional.
A obesidade grau 1 aumenta o risco de desenvolver várias condições de saúde, como hipertensão, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e problemas articulares. Também pode causar apneia do sono, fadiga e impactar a saúde emocional, levando a ansiedade e depressão.
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